“O valor de conceituarmos a dependência como doença retira o problema da esfera moral. Com freqüência, as pessoas olham para os dependentes como pessoas fracas, de pouca força de vontade, sem bom senso e sem sabedoria. Entretanto, quando a consideramos como doença, podemos olhar sob outra perspectiva: de que se trata de um transtorno, em que o portador desse distúrbio perde o controle no uso da substância, e sua vida psíquica, emocional, espiritual e física vão deteriorando gravemente. Nessa situação a maioria das pessoas precisa de tratamento e de ajuda competente e adequada.“

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